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Caçador vira presa após cobra reagir a ataque e enforcar gavião em MS; veja cena rara

11/06/2026

Em uma estrada de terra no município de Jateí (MS), o pescador Rafael Gandine foi surpreendido por uma cena rara, um gavião-carijó caído no chão com uma cobra enrolada em seu pescoço após uma tentativa de caça que terminou de forma inesperada. Veja o vídeo acima.
Nas imagens, a ave de rapina aparece imobilizada por uma cobra-cipó, que teria reagido ao ataque e conseguido inverter os papéis da caça. O vídeo rapidamente acumulou milhares de visualizações ao mostrar um desfecho pouco comum na natureza, onde predadores costumam levar vantagem sobre suas presas.
"Eu não vou atrapalhar aqui o processo não. […] Mas sei que deu ruim para o gavião aqui, não foi bom negócio não. A cobra tá inteira aqui. A presa virou caçador e o caçador virou a presa, que louco", comentou o pescador durante a gravação.
A interferência em cenas de predação na natureza, como a aproximação ou tentativa de alterar o comportamento de animais silvestres, pode ser enquadrada como crime ambiental no Brasil. A prática é proibida pela Lei de Crimes Ambientais, que protege a fauna e impede qualquer ação que cause perturbação, perseguição ou alteração do comportamento natural das espécies em seu habitat.
Em situações como essa, especialistas reforçam que o ideal é manter distância e evitar qualquer intervenção, já que o equilíbrio entre predador e presa faz parte do funcionamento dos ecossistemas.
O gavião-carijó é uma das aves de rapina mais conhecidas do Brasil. A espécie pode atingir cerca de 41 centímetros de comprimento e desempenha papel importante no equilíbrio ambiental ao controlar populações de roedores e aves menores.
Já a cobra-cipó tem hábitos diurnos e pode apresentar coloração verde ou marrom. Ágil e esguia, costuma viver em árvores e arbustos. Na fase adulta, pode alcançar cerca de um metro de comprimento.
Apesar de poder morder quando se sente ameaçada, a espécie não representa risco grave para seres humanos. Sua alimentação é baseada principalmente em rãs e lagartos.

Fonte: g1

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