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Sabia que o seu copinho descartável pode ir parar no oceano? Veja quanto tempo leva para cada item se decompor

04/09/2025

O copinho do café, a colher do cafezinho, a sacolinha do delivery. Todos esses itens descartáveis que fazem parte da rotina têm um destino comum: muitos acabam no mar.
O plástico está entre os materiais mais usados do mundo e leva centenas de anos para se decompor. Parte desse produto até consegue ser reciclado, apesar nem tudo ter reciclabilidade e, com isso, vai parar nos oceanos.

Para você entender melhor:
➡️ Um material reciclável é aquele que, por meio da reciclagem, pode ser transformado em um novo produto. Por exemplo, uma garrafa PET pode ser reciclada inúmeras vezes. Isso ajuda a diminuir a produção de plástico no mundo, usando o que já está disponível.
➡️ Isso é diferente da reciclabilidade. Esse termo é usado para definir o potencial que os materiais têm de passar pelo processo. Alguns exigem processos caros, que acabam dificultando que o material seja reaproveitado e se mantenha circulando.

🔴 Segundo um levantamento da ONU, o Brasil é responsável por cerca de 3,44 milhões de toneladas de plástico descartado nos oceanos todos os anos.

Esse volume contamina a água do mundo e também as pessoas. Apesar de se decompor depois de algumas centenas de anos, esse plástico acaba por se desfazer aos poucos e libera micropartículas que contaminam a água que depois acabam na torneira e os animais que, depois, chegam ao prato.
Pesquisas recentes já encontraram microplásticos no cérebro, pulmão e até no esperma humano. De acordo com a OMS, isso é um risco, apesar de ainda não se saber exatamente o que isso pode causar à saúde humana.
E esse lixo também mata. Todos os anos, centenas de animais marinhos como tartarugas, golfinhos e peixes morrem por ingerirem ou ficarem presos em plásticos.

Dá para limpar?

Essa é uma missão difícil. Há algumas iniciativas, como a dp jovem holandês criou o projeto Ocean Cleanup, que desenvolveu uma tecnologia para retirar plástico de áreas críticas dos oceanos. A meta é ousada: remover até 80% do lixo oceânico até 2030.
No entanto, o desafio, porém, vai além de limpar: é preciso frear o volume que continua chegando ao mar todos os anos.


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