
22/07/2021
Altas temperaturas e incêndios florestais preocupam autoridades no oeste dos Estados Unidos. No Oregon, o governo local pediu na segunda-feira (19) ajuda a outras partes do país para obter mais recursos para o combate às chamas.
Uma das situações mais preocupantes é o chamado Incêndio Bootleg, na região da Floresta Nacional Fremont-Winema. Estima-se que as chamas cheguem a uma extensão de 1.474 quilômetros quadrados.
Além disso, a chegada das chuvas se torna outra preocupação: apesar de a água poder minimizar alguns focos de incêndio, raios podem gerar mais fogo em uma região cheia de folhas e galhos secos.
Entre os recursos pedidos pelas autoridades de Oregon, estão equipamentos de combate às chamas de outros estados como Arkansas, Nevada e Alasca.
Em entrevista à agência Associated Press, o pesquisador James Johnston, da Universidade do Estado de Oregon, disse que o desastre só não foi pior porque o incêndio abrange uma área muito pouco habitada dos EUA.
"Se fosse nas partes mais populosas, teria destruído milhares de casas", alerta o cientista.
Embora incêndios florestais sejam relativamente comuns nesta época do ano, a intensidade preocupa: aliás, este tem sido um dos verões mais quentes da história na América do Norte.
O Canadá registrou em meados de junho as maiores temperaturas da história do país, com temperaturas se aproximando dos 50°C. Um incêndio florestal de enormes proporções chegou a devastar um vilarejo inteiro. Relembre no VÍDEO acima.
Também na região do Pacífico, os estados de Oregon e Washington, nos EUA, também assistiram às temperaturas subirem como jamais visto na história.
Fonte: G1
90% dos rios localizados em áreas urbanas do RJ apresentam algum grau de poluição
18/08/2026
Polícia Ambiental identifica corte irregular de mais de 50 árvores na Ilha Grande, em Angra dos Reis
18/08/2026
C&A aposta em tecnologia e circularidade na moda
18/08/2026
Ex-vendedor de frutas cria tecnologia para coletar resíduos de rios e de areia das praias
18/08/2026
Novo Repórter Eco traz voz indígena e mais tempo no ar
18/08/2026
Petrobras diz que eventual vazamento de óleo passaria a 60 km da costa amazônica, mas vigiará parque
18/08/2026
