
13/03/2018
A construção de fachada amarela, localizada na esquina da Praça da República com Rua Visconde de Rio Branco, já abrigou importantes instituições históricas: no século XIX, foi sede do Museu Real e, no século XX, abrigou o Arquivo Público. Nas últimas duas décadas, no entanto, quem passava em frente ao prédio, situado na área do Campo de Santana, só via uma construção sem uso, sob a ação do tempo. Hoje, o palacete de cerca de seis mil metros quadrados, tombado desde 2016 pelo Iphan, inicia um novo capítulo de sua existência. Após seis anos de obras, que custaram R$ 15,8 milhões, será aberto, amanhã para o público, como sede do Museu da Casa da Moeda do Brasil, com acervo de moedas, cédulas, medalhas, além de documentos e fotos que guardam a memória da instituição.
A obra reforçou a estrutura do prédio, recuperou parte das telhas francesas e reconstituiu o piso de ladrilho hidráulico do térreo. Na fachada, foi usado um reboco mineral. Uma das salas foi transformada em espaço multiuso, onde será instalado um cineteatro numa segunda etapa.
— Para abrigar um museu com centro cultural, criamos novas funcionalidades, por exemplo, instalando elevadores e banheiros — explica Gloria Dias, design de valores da Casa da Moeda, e responsável pelo projeto.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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