
24/10/2023
Antes das 6h, Aurora já está pronta para mais um dia de trabalho. É assim de segunda a segunda, em três turnos de serviço. A missão? Fazer a “ronda” de um dos pontos mais movimentados do Brasil: o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH.
Ela "está" entre os sete mil funcionários que trabalham na operação do terminal. A rotina de Aurora pode até ser confundida com a de outros profissionais que atuam no aeroporto, senão fosse um detalhe. Ela é um falcão sacre. Uma ave de rapina treinada para espantar outras aves.
No crachá, a função de Aurora é ser “assustadora de quero-quero”. Shogun, Peregrino e James também fazem parte da patrulha que “protege” o céu na região aeroportuária para evitar colisões, incidentes e até o fechamento da pista.
“É muito importante a participação deles aqui, porque a gente atua com gerenciamento de risco da fauna. Nossa missão é diminuir ao máximo possível o perigo que as aves trazem para a operação do aeroporto”, explica o biólogo e coordenador de manejo de fauna do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, Marcos Cruz.
Ao todo são seis aves entre gaviões e falcões. Todos têm crachá e são treinados com técnicas de falcoaria para espantar as outras aves que se aproximarem do terminal. Desde 2014, o aeroporto utiliza os animais no trabalho de prevenção.
Vem conhecer os funcionários clicando no g1
Nova espécie de felino é descoberta em florestas da Bolívia
01/10/2026
Como o El Niño está alterando a temporada de furacões
01/10/2026
Elefantes conseguem pensar antes de agir, mostra estudo
01/10/2026
Por que o Japão tem tão poucas lixeiras e, ainda assim, mantém suas ruas limpas
01/10/2026
Gigante e gentil, Backpack é eleito urso mais gordo do Alasca
01/10/2026
Tubarão encalhado na Coreia do Sul atrai 600 mil visitantes, e tentativa de resgate fracassa
01/10/2026
