
13/07/2023
A qualidade do ar nas grandes cidades está cada vez pior. Quando o tempo fica seco e as chuvas cessam, doenças respiratórias vêm à tona dificultando o simples ato de dormir. Mas, um estudo recente aponta que a solução para amenizar esse problema mundial pode ser mais “simples” do que aparenta: um levantamento mostra que o ar no Parque Nacional da Tijuca chega a ser sete vezes mais puro do que em outros bairros do Rio de Janeiro. Ou seja, apostar na conservação e restauração da vegetação – além de investir em mobilidade de baixo carbono – pode ser o caminho para melhorar o ar que respiramos.
O estudo foi realizado por um grupo de pesquisadores da UVA (Universidade Veiga de Almeida) e da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), que mediu a quantidade de hidrocarbonetos precursores do ozônio.
“Ao lado do material particulado fino, o ozônio é o maior responsável pela poluição atmosférica, que atinge diretamente a saúde humana”, explica a UVA em nota.
As amostras para medição foram coletadas em quatro pontos da cidade, sendo dois em áreas verdes e dois em áreas urbanas: Parque Nacional da Tijuca, Parque Estadual do Grajaú, bairros da Tijuca e Del Castilho, na Zona Norte.
Com apenas cerca de 5 quilômetros de distância, em linha reta, da Floresta da Tijuca para o bairro Del Castilho, a diferença de hidrocarbonetos foi de até sete vezes.
A reportagem na íntegra pode ser lida no CicloVivo
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