
11/10/2022
Todos os dias, produzimos nas nossas casas resíduos que muitas vezes gente chama de lixo. Mas na verdade, o lixo que descartamos é constituído de diferentes materiais, cada um deles com o seu valor. Quando estes materiais são separados e encaminhados para a reciclagem, o nosso “lixo” gera renda para muita gente e deixa de gerar impacto negativo para o meio ambiente e para a nossa saúde.
Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2020 (Abrelpe, 2020), cerca de 35% dos resíduos sólidos urbanos são materiais recicláveis, ou resíduos secos. Infelizmente, o índice de reciclagem efetiva destes resíduos não não ultrapassa o patamar de 4% na média nacional.
Ou seja, estamos literalmente jogando dinheiro no lixo. Dinheiro e a oportunidade de ajudar quem precisa e o nosso planeta. Isso porque ao descartamos o lixo sem a separação de recicláveis e sua destinação correta, acabamos enviando toneladas e toneladas de material para aterros sanitários ou, o que é pior, lixões a céu aberto. Nestes locais, o que poderia ser transformado novamente transformado em matéria-prima vira poluição.
Para mudar este cenário, podemos começar na nossa própria casa. Separando os materiais recicláveis e destinando estes resíduos para a coleta seletiva. E aí temos outro problema: nem todo mundo tem acesso à coleta seletiva da prefeitura.
A matéria na íntegra pode ser lida no Ciclo Vivo
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