
10/01/2019
Cerca de quatro anos de estudos foram comprometidos depois que 50 peixes contaminados utilizados e usados em pesquisas foram furtados da Unesp de Ilha Solteira (SP), na madrugada desta terça-feira (8). A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.
Segundo o chefe do Departamento de Biologia e Zootecnia da Universidade, Alan Peres Ferraz de Melo, o objetivo do trabalho era conhecer a biologia dos peixes que são ameaçados de extinção.
Os animais recebiam doses de várias substâncias tóxicas, como hormônios e anestésicos, e por isso são impróprios para o consumo.
Ainda de acordo com o pesquisador, o furto dos peixes, que contabiliza cerca de 100 quilos, vai além do patrimônio. “O grande problema quando assim acontece é que o principal prejuízo é o intelectual”, afirma.
Segundo a universidade, os criminosos entraram na estufa após rasgar uma tela lateral. Os animais faziam parte de um projeto de pesquisa internacional e estavam contaminados com substância tóxicas.
A polícia e os pesquisadores alertam os moradores da região de Ilha Solteira para não comprarem peixes da espécie piracanjuba de procedência duvidosa, já que podem ser os animais contaminados.
Um boletim de ocorrência foi registrado e caso está sendo investigado. Nenhum suspeito foi detido. Denúncias podem ser feitas de modo anônimo pelo número 197.
Fonte: G1
Periferias arborizadas derrubam poluição do ar em Bogotá
17/03/2026
Guerra no Irã pode impulsionar mudança para energia limpa, mas também para o carvão
17/03/2026
O chinês preso tentando contrabandear 2 mil formigas rainhas do Quênia
17/03/2026
Falta investimento global em ciência oceânica, diz especialista em política marinha da Unesco
17/03/2026
Mudança climática está deixando os dias mais longos — e isso nunca aconteceu tão rápido em 3,6 milhões de anos
17/03/2026
Enchentes deixam rastro de destruição e ao menos 66 mortos no Quênia
17/03/2026
