
10/01/2019
Cerca de quatro anos de estudos foram comprometidos depois que 50 peixes contaminados utilizados e usados em pesquisas foram furtados da Unesp de Ilha Solteira (SP), na madrugada desta terça-feira (8). A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.
Segundo o chefe do Departamento de Biologia e Zootecnia da Universidade, Alan Peres Ferraz de Melo, o objetivo do trabalho era conhecer a biologia dos peixes que são ameaçados de extinção.
Os animais recebiam doses de várias substâncias tóxicas, como hormônios e anestésicos, e por isso são impróprios para o consumo.
Ainda de acordo com o pesquisador, o furto dos peixes, que contabiliza cerca de 100 quilos, vai além do patrimônio. “O grande problema quando assim acontece é que o principal prejuízo é o intelectual”, afirma.
Segundo a universidade, os criminosos entraram na estufa após rasgar uma tela lateral. Os animais faziam parte de um projeto de pesquisa internacional e estavam contaminados com substância tóxicas.
A polícia e os pesquisadores alertam os moradores da região de Ilha Solteira para não comprarem peixes da espécie piracanjuba de procedência duvidosa, já que podem ser os animais contaminados.
Um boletim de ocorrência foi registrado e caso está sendo investigado. Nenhum suspeito foi detido. Denúncias podem ser feitas de modo anônimo pelo número 197.
Fonte: G1
‘Vote pelo Clima’ une eleitores ao combate à emergência climática
15/09/2026
Governo Federal demarca 668 mil hectares para conservação
15/09/2026
Moda sustentável brasileira rumo a Milão
15/09/2026
Museu na Hungria terá 14 mil m² de jardins
15/09/2026
Facebook, TikTok e até Shopee: tráfico de animais e plantas ganha escala nas plataformas digitais
15/09/2026
O país que enfrenta a escassez de água com sistemas hídricos abandonados há centenas de anos
15/09/2026
