
10/01/2019
Cerca de quatro anos de estudos foram comprometidos depois que 50 peixes contaminados utilizados e usados em pesquisas foram furtados da Unesp de Ilha Solteira (SP), na madrugada desta terça-feira (8). A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.
Segundo o chefe do Departamento de Biologia e Zootecnia da Universidade, Alan Peres Ferraz de Melo, o objetivo do trabalho era conhecer a biologia dos peixes que são ameaçados de extinção.
Os animais recebiam doses de várias substâncias tóxicas, como hormônios e anestésicos, e por isso são impróprios para o consumo.
Ainda de acordo com o pesquisador, o furto dos peixes, que contabiliza cerca de 100 quilos, vai além do patrimônio. “O grande problema quando assim acontece é que o principal prejuízo é o intelectual”, afirma.
Segundo a universidade, os criminosos entraram na estufa após rasgar uma tela lateral. Os animais faziam parte de um projeto de pesquisa internacional e estavam contaminados com substância tóxicas.
A polícia e os pesquisadores alertam os moradores da região de Ilha Solteira para não comprarem peixes da espécie piracanjuba de procedência duvidosa, já que podem ser os animais contaminados.
Um boletim de ocorrência foi registrado e caso está sendo investigado. Nenhum suspeito foi detido. Denúncias podem ser feitas de modo anônimo pelo número 197.
Fonte: G1
Na COP30, C&A defende que o futuro da moda nasce no campo
27/11/2025
Por que parte da maior praia do Brasil está interditada por lama? Entenda
27/11/2025
Últimas ararinhas-azuis que estavam na natureza estão com vírus letal sem cura; animal é considerado em extinção
27/11/2025
Transição da pecuária para agroflorestas pode dobrar renda rural
27/11/2025
Após contrato na COP30, Justiça suspende projeto de créditos de carbono do Amazonas
27/11/2025
Brasileiros apresentam na COP30 mecanismo financeiro para restaurar florestas tropicais
27/11/2025
