
10/01/2019
Cerca de quatro anos de estudos foram comprometidos depois que 50 peixes contaminados utilizados e usados em pesquisas foram furtados da Unesp de Ilha Solteira (SP), na madrugada desta terça-feira (8). A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.
Segundo o chefe do Departamento de Biologia e Zootecnia da Universidade, Alan Peres Ferraz de Melo, o objetivo do trabalho era conhecer a biologia dos peixes que são ameaçados de extinção.
Os animais recebiam doses de várias substâncias tóxicas, como hormônios e anestésicos, e por isso são impróprios para o consumo.
Ainda de acordo com o pesquisador, o furto dos peixes, que contabiliza cerca de 100 quilos, vai além do patrimônio. “O grande problema quando assim acontece é que o principal prejuízo é o intelectual”, afirma.
Segundo a universidade, os criminosos entraram na estufa após rasgar uma tela lateral. Os animais faziam parte de um projeto de pesquisa internacional e estavam contaminados com substância tóxicas.
A polícia e os pesquisadores alertam os moradores da região de Ilha Solteira para não comprarem peixes da espécie piracanjuba de procedência duvidosa, já que podem ser os animais contaminados.
Um boletim de ocorrência foi registrado e caso está sendo investigado. Nenhum suspeito foi detido. Denúncias podem ser feitas de modo anônimo pelo número 197.
Fonte: G1
Horta do Shopping Itaquera amplia produção e impacto social
28/04/2026
Livro infantojuvenil sobre polinização pode ser baixado de graça
28/04/2026
Governo de SP lança programa de pagamento por serviços ambientais para evitar extinção da araucária
28/04/2026
Berçário de baleias-jubartes e budiões, Abrolhos tem mobilização por ampliação de áreas protegidas
28/04/2026
Desmatamento na Amazônia cai 17% no 1º trimestre, mas volta a subir em março
28/04/2026
Brasil produz 2,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano; entenda por que isso é um problema ambiental e o que fazer com o seu
28/04/2026
