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Quem se lembrará de chorar as 754 árvores mortas? Só a poesia

Dois temporais mataram 754 árvores este mês no Rio e, por mais que até o final deste texto — como garantem as estatísticas — uma mulher vá ser espancada, um gay vá ser vítima de homofobia, é preciso que essa tragédia ambiental também seja lamentada. Chorou-se o pranto devido pelos mortos em Brumadinho e no Ninho do Urubu. Quem vai fazer o verso triste de um minuto de silêncio pelos oitis mortos na Visconde de Pirajá?
Pode parecer muita poesia para o Brasil de 2019, mas só Drummond e Bandeira salvam o país numa hora dessas. O mineiro escreveu sobre amendoeiras; o pernambucano, sobre cactos. Eles entenderão.
O Ministro do Meio Ambiente não gosta de árvores, a prefeitura faz podas assassinas, e a população não fica atrás em sua falta de consideração por elas. Chegou o tempo em que se odeiam árvores. No Departamento de Parques e Jardins há mais pedidos de remoção do que de plantio, todos preenchidos com longo prontuário de acusações.
Ninguém parece comovido com as figueiras que desabaram na Visconde de Albuquerque. Quem lamentará a munguba morta na Dias Ferreira, aquela a quem o poeta Waly Salomão jurou amor eterno num poema de guardanapo no Baixo Leblon?

A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo

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