Animais extintos em florestas do Rio de Janeiro são encontrados pela 1ª vez em séculos

No fim de 2025, pesquisadores da Fiocruz publicaram na revista especializada “Zoologia – An International Journal for Zoology” um artigo em que relataram a descoberta de mais de 54 “novos” animais achados na Floresta da Pedra Branca, no Rio de Janeiro.
A região é conhecida por ser o maior reservatório da Mata Atlântica no sudeste do país, uma das poucas sobreviventes do desmatamento em massa que eliminou mais de 80% da floresta original.
O estudo trouxe à tona uma rica biodiversidade de mamíferos na região, números que são estimados em 54 animais de grande e médio porte. Desses, 23 foram espécies completamente novas.
Os estudos respondem ao Projeto Biota Pedra Branca, que monitora a fauna e flora local. O programa também tem como objetivo vigiar e controlar os patogênicos e zoonoses da região, mais afetada pela proliferação de doenças dos animais domésticos dos arredores.
Com isso, a pretensão do projeto, que vem se estruturando desde 2016, é consolidar o programa de monitoramento de longo prazo da biodiversidade e de zoonoses na Estação Biológica Fiocruz Mata Atlântica (EBFMT).
No “inventário ecológico” foram identificados animais em extinção como o mico‑leão‑dourado e o gato‑do‑mato. Também foi identificado pelo levantamento espécies até então não registradas na região como o tatu‑peba e o tatu‑do‑rabo‑mole.
Termine de ler esta matéria clicando em Aventuras na História
Editais
15/01/2026
CNPq/CAPES/IRD Nº 27/2025 Programa de apoio ao Cen...
Selecionar até 5 (cinco), projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e franceses, que v...
Agende-se
31/10/2017
Grave seu vídeo e diga por que a Uerj é do Rio. Servidor, estudante, docente, cidadão: entre nest...
Notícias
24/03/2026
Quantidade de rios da mata atlântica com água boa ...
O número de rios da mata atlântica com água de qualidade boa em 2025 caiu em relação ao ano anterior...
Oportunidade
11/02/2022
Moção Pública de Repúdio ao Projeto de Lei 6.299/ ...
Abaixo o texto em pdf de Associação Brasileira de Mutagênese e Genômica Ambiental.
