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Inea recomenda visita à Ilha Grande somente a imunizados contra febre amarela

08/02/2018

O aumento dos casos de febre amarela tem preocupado turistas que já reservaram hospedagem no Sul Fluminense para o carnaval. Já são 21 mortes pela doença em todo o estado do Rio. Na segunda-feira, a Secretaria de Saúde do município recomendou a visita à Ilha Grande somente aos imunizados. Nesta terça-feira, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), reforçou o pedido para que pessoas não-vacinadas não entrem na ilha.
Nesta terça-feira, uma equipe da Secretaria estadual de Saúde se reuniu com autoridades de Angra para definir novas estratégias de vacinação. Lá, a vítima foi Wosley Ferreira da Silva, de 38 anos, morador da Praia do Provetá, na Ilha Grande. A suspeita é de que ele tenha contraído a doença na Praia da Longa, na mesma região, onde esteve recentemente.
De acordo com o secretário municipal de Saúde de Angra, Renan Vinicius, durante a reunião foi elaborado um plano para reforçar a comunicação para alertar a população e os turistas a respeito da importância da vacinação e dando alerta para que pessoas não-imunizadas fiquem longe da Ilha Grande e de áreas de mata e cachoeira. Segundo ele, 75% da população do município está vacinada.
- As pessoas não chegam em Ilha Grande só por Angra. Precisamos ter alerta para a população em outros municípios, como Maringá. Tambémé necessário ter cartazes alertando nas barcas.
Vários visitantes já desistiram de ir para a região, segundo a prefeitura. Na última semana, por exemplo, empresas de turismo registraram uma queda de 20% na procura de passeios pelas ilhas da região, segundo o TurisAngra. Alguns hotéis estão lotados para o carnaval. Porém, os hóspedes estão sendo avisados de que, em caso de desistência, poderão receber o valor da reserva de volta ou deixar como crédito para usar em outro momento.
Em Valença, a situação é semelhante. As cidades de Miguel Pereira e Teresópolis também fazem alerta aos turistas. Autoridades pedem a quem não estiver vacinado que evite áreas de cachoeiras e matas.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, confirma que tem havido desistências de estadia em hotéis em cidades com vítimas da doença. Segundo ele, está sendo feito um levantamento sobre quantos hóspedes foram perdidos por conta do medo da doença.

A matéria pode ser lida em O Globo

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