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Imóvel na Gávea acumula materiais descartados e preocupa vizinhos

11/01/2018

Telhas, cadeiras, restos de madeira e outros materiais descartados se acumulam no imóvel localizado na Rua das Acácias 114, na Gávea. Vizinhos da construção temem que os objetos deixados ao relento sirvam de abrigo para ratos e baratas e que venham a se tornar criadouro de mosquitos, uma vez que as chuvas costumam ser mais frequentes durante o verão. Uma preocupação que já dura anos e que segue sem solução, segundo eles.
De acordo com os vizinhos, o dono do imóvel faz o local de depósito. Materiais que parecem ter sido descartados por lojas e teatros acabam ali, largados, sem destinação certa.
A médica Marcia Gaspar Gomes, que reside na mesma rua, denuncia a situação.
— Há anos, a casa 114 tem sido local de depósito de sucata de estabelecimentos. Nota-se sobretudo material oriundo de alguns teatros, como pedaços de palco, cadeiras velhas e cenários. Tudo fica ali empilhado, inclusive na varanda da casa, a céu aberto — reclama a moradora.
Ela conta que já acionou a Vigilância Sanitária, uma vez que o lugar está infestado de ratos e baratas.
— Pode ser local de crescimento de mosquitos transmissores de doenças sérias, como a dengue, a zika e a chicungunha — teme Marcia.
Por meio de nota, a Vigilância Sanitária informou “que até agosto passado a casa 114 da Rua das Acácias, que já funcionava como depósito, recebia visitas regulares dos agentes de vigilância em saúde. Desde então, a pessoa que liberava o acesso ao imóvel para os agentes não tem mais sido encontrada e, por isso, foi aberto um processo de entrada compulsória para a realização da vistoria.”
Logo após enviar este posicionamento, a Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde informou que, “após receber a notificação da entrada compulsória, o novo responsável pelo imóvel entrou em contato com o setor e liberou o acesso dos agentes ao imóvel no fim da manhã de hoje (terça-feira). Foi feita uma vistoria no local e nenhum foco de mosquito foi localizado. Foram tomadas as medidas cabíveis para evitar o acúmulo de água e já agendado retorno para nova vistoria regular”, acrescenta a nota complementar.
A assessoria de imprensa da Comlurb informou que a uma equipe da fiscalização foi orientada a ir no local fazer uma vistoria.

Fonte: O Globo

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